24 agosto 2007
'Desafogo' de mãe babada!
07 agosto 2007
Tempo passado
"Talvez seja melhor assim"

Talvez seja melhor assim. A Natureza sabe o que faz.
02 agosto 2007
Bohemian Rhapsody
Se elas são annoying ou não... são outros quinhentos. Eu gostei deste video menos pelas vozes imitadas e mais pelo excelentes maneirismos. Foram muito bem apanhados!
01 agosto 2007
Beijo
Tenho gostado sempre das músicas que ouço do Pedro Abrunhosa, até da voz dele eu gosto desde que ele não tente cantar mesmo! Ele tem uma daquelas vozes que vem mesmo de dentro, que é profunda e masculina, que parece sair do peito e é forte e sonora até num sussuro sem chegar a ser incómoda ou alta. No entanto, realmente para cantar ele não tem jeitinho nenhum e o próprio o admite! Mas para escrever.... Ai! O homem é um mestre! Adoro as letras das músicas dele.Eu adoro música e gosto especialmente se puder cantar junto. Cantar (embora muito mal) é um dos meus escapes e faço-o frequentemente no carro. Sozinha, claro! Para que é que eu ia sujeitar alguém a tamanha tortura?! E com o rádio bem alto para nem eu me ouvir muito bem! hihihi!!!
De qualquer forma, sou desligada o suficiente para raramente saber os nomes das músicas e até dos cantores de que mais gosto... Sou de pancadas! E às vezes até acontece eu só descobrir uma certa música anos depois de ela fazer sucesso ou ser lançada. Recentemente apaixonei-me por esta. Que letra magnífica! Chama-se Beijo:
Não posso deixar que te leve
O castigo da ausência,
Vou ficar a esperar
E vais ver-me lutar
Para que esse mar não nos vença.
Não posso pensar que esta noite
Adormeço sozinho,
Vou ficar a escrever,
E talvez vá vencer
O teu longo caminho.
Quero que saibas
Que sem ti não há lua,
Nem as árvores crescem,
Ou as mãos amanhecem
Entre as sombras da rua.
Leva os meus braços,
Esconde-te em mim,
Que a dor do silêncio
Contigo eu venço
Num beijo assim.
Leva os meus braços,
Esconde-te em mim,
Que a dor do silêncio
Contigo eu venço
Num beijo assim.
Não posso deixar de sentir-te
Na memória das mãos,
Vou ficar a despir-te,
E talvez ouça rir-te
Nas paredes, no chão.
Não posso mentir que as lágrimas
São saudades do beijo,
Vou ficar mais despido
Que um corpo vencido,
Perdido em desejo.
Quero que saibas
Que sem ti não há lua,
Nem as árvores crescem,
Ou as mãos amanhecem
Entre as sombras da rua.
Leva os meus braços,
Esconde-te em mim,
Que a dor do silêncio
Contigo eu venço
Num beijo assim.
Leva os meus braços,
Esconde-te em mim,
Que a dor do silêncio
Contigo eu venço
Num beijo assim.
Pedro Abrunhosa - Voz, piano, contrabaixo.
Paulo Pinto - Guitarras.
Ian Humphries - Violino.
Charles Mutter - Violino.
Nic Pendelbury - Viola.Philip Sheppard - Violoncelo.
Fim de semana atribulado!
28 julho 2007
Shhhh!...
Óh! Lá está ela outra vez!
23 julho 2007
21 julho 2007
Ditos...
É o único planeta com chocolate!
20 julho 2007
Mais um, avó...
Mas agora, tenho que o corrigir para:
Tenho vindo a adiar este post há umas semanas... Tem-me custado mais do que esperava escrever o que me vai na alma acerca Dela. Escrevo: emociono-me. Penso, divago: emociono-me, recordo e não consigo manter as lágrimas guardadas. Têm vontade própria, as sacanas! É fácil e feliz recordar, o complicado é olhar para o que foi em tempos e o que é hoje em dia.
Quando era miúda vivi muitos anos com os meus avós. O meu avô era sapateiro e trabalhava em casa e a minha avó sempre a conheci doméstica. Tenho poucas memórias do meu avô, que tanto amo. Lembro-me de ser ele a ensinar-me as primeiras letras, lembro-me do sorriso dele, de uma vez que se zangou comigo porque eu não soube fazer correctamente um trabalho de casa que consistia em fazer um círculo azul à volta dos números ímpares e um vermelho à volta dos pares. Eu gostava de fazer os "trabalhos" e os desenhos sentada num escadote... :D Sim, a fazer de mesa ficava o último degrau, o mais alto e mais largo e eu sentava-me num dos debaixo, com os pés pendurados do lado de dentro do escadote. Que ginástica! lol Nesta posição podia escrever e desenhar e observar o meu avô a trabalhar. Lembro-me de ele me levar à fisioterapia (não sei se seria todos os dias ou só umas quantas vezes por semana), à natação na piscina do Benfica (SLB! SLB! SLB!), ao parque... Morreu ainda não devia eu ter 10 anos... Com a doença que mais o aterrorizava: cancro. Na cabeça. Não sei pormenores. Nunca mos contaram. Até há pouco tempo eu nem sabia que tinha sido a "coisa má" a levá-lo. E recordo-me daqueles últimos meses em que tivémos lá em casa uma cama de hospital, em que lhe dei a alegria de já saber ler os nomes e números de telefone da agenda dele, uma vez que ele caíu e eu fui a correr chamar a vizinha Eliza porque não havia mais ninguém em casa (guardei este segredo, avô, como me pediste, durante muito tempo), outra vez em que fugi para a cama dele porque vi um rato fugir da minha! :-D
Meus avós com o meu primo Hugo em Dezembro de 1981
E lembro-me do dia maravilhoso que passei em casa da tia que morava ao lado do Jardim Zoológico, cheio de brincadeiras e pequenos mimos... O dia em que regressei a casa para já não te encontrar.
Desculpem, não era para falar do meu avô que comecei este post, era para falar da minha avó.
Como eu ia dizendo, morei com os meus avós muitos anos, desde que me lembro de ser gente até à entrada na adolescência e um pouco mais além. Fiz muitas vezes o caminho a pé desde as Portas de Benfica até à praça de Benfica, todos os dias lá íamos as duas às compras, ou pelo menos sempre que eu não era impedida pela fisioterapia ou pela natação ou por alguma consulta de ortopedia, ou pelas viagens a Espanha para ir ao especialista... Enfim!
Estiveste sempre lá, avó. Depois do avô morrer os meus pais não quiseram deixar-te sozinha e lá nos mudámos todos para a tua casa. Passávamos os dias juntas, ias levar-me o lanche à escola primária, lembras-te? Compravas-me sacos de tremoços que eu devorava lendo em cima da cama e ralhavas comigo até à exaustão para eu ser mais arrumada. Desculpa decepcionar-te... Acho que nunca serei arrumada! Compreende, avó, quando eu arrumo tudo nunca mais encontro as coisas!!!
Fazias bolos sem precisar de receita ou de batedeira eléctrica e eu adorava lamber a tijela da massa! Gravitava em volta de ti até tu ma dares e eu me lambuzar toda! Gostavas de juntar os netos lá em casa e fazias quase sempre esparguete com carne para todos! Todos gostávamos imenso desses dias e dessas refeições. Lembras-te do primo Pedro meter a ponta do fio de esparguete na boca, os dedos indicadores a rodar nos ouvidos e sugar o esparguete para dentro da boca!?!! Ríamos tanto! Lamento informar-te que também não sou boa cozinheira como tu, mas faço muito bem o tal esparguete com carne! E gosto muito de fazer bolos e doces! Só não me peças para cozinhar que dá barraca...
Dizias que "a mulher quer-se pequenina como a sardinha", ou não fosses tu de tamanho "portátil" e andavas sempre connosco "a nove". Quando o meu pai te picava cumprimentando-te com um "olá, velha" respondias automáticamente "velhos são os trapos!". O teu único produto de beleza facial era o sabão azul e branco e quando chegaste aos setenta e todos se enganavam na tua idade achando sempre que não poderias ter um dia a mais que os sessenta, rias, orgulhosa. Para o provocar, sempre que te perguntavam a idade, respondias "que idade me dá?". Vaidosa! Sempre foste vaidosa, eras uma mulher bonita e tinhas orgulho nisso, assim como tinhas orgulho em ter os teus filhos sempre limpos e arranjados, e isso também se reflectia na tua mania das limpezas que tanto me irritava, pois tinhas muita vaidade na tua casa. O teu passatempo eram as tuas plantas. Na varanda grande tinhas uma floresta domesticada e tratavas todas as tuas plantas cantando. Se alguém tivesse um planta em mau estado, quase morta até, só precisava de ta entregar por uns tempos. Não sei que toque mágico teriam as tuas mãos, mas não havia planta que te morresse!
Chegou a adolescência... embirrávamos por tudo e por nada. Discutíamos a todas as horas... Eu era impossível e tu eras intransigente. Acabámos por sair de tua casa e voltar para a nossa. Moraste sozinha ainda durante vários anos.
Desta época lembro-me de ter saudades dos cheiros da tua casa, do cheiro e sabor do café de cevada acabado de fazer, das malas à porta para ires passar um fim de semana connosco ou as férias de verão. Lembro-me da tua felicidade quando te oferecemos uma televisão para o teu quarto... É imagem que não há tempo que ma apague da memória: a minha avózinha, aos pulinhos a rir e a bater com as mãos na cabeça! Tão feliz!
Todos os anos, no teu aniversário (a 3 de Outubro) a família se juntava toda: Os teus cinco filhos (o meu pai e as quatro irmãs) com os respectivos maridos e esposa e os teus oito netos. Mais recentemente juntavam-se à festa as namoradas e namorados destes últimos. Era uma alegria! Uma mesa cheia e a família toda junta, as conversas, os risos, os presentes, a tia Isabel que era sempre a última a chegar mesmo quando a enganávamos no horário a cumprir!...
Um dia caíste na farmácia e partiste um braço. Nunca mais foste a mesma. Sucessivamente descobriu-se a depressão, a má alimentação, a anemia, as perdas de memória, a falta de equilíbrio...
Já não podias morar sozinha e, mais uma vez, foi connosco que ficaste. Agora em casa dos meus pais, recuperaste lentamente da trombose que te tolheu alguns movimentos.
No início do ano passado o avc.
Dias e dias no hospital.
A família em polvorosa.
A dor, o medo de te perder.
Corri para Lisboa assim que possível e fui-te ver. O lado direito do teu corpo ficou paralisado. Já não podias andar e a tua mente ficou confusa. No início nem sempre nos reconhecias. Chamaste-me pelo nome da minha mãe várias vezes. Não estavas no 'agora', mas antes no 'ontem'. Sentada numa cadeira de rodas, ouviste-me dizer-te pela primeira vez aquilo que já sabias: Com os olhos rasos de lágimas, disse-te: amo-te, avó. Amo-te muito. E prometi-te que nunca deixaria de te visitar sempre que fosse a Lisboa.
Tal como o meu avô, a ti também acabou por te acontecer o que mais temias: Tiveste que ir para um lar. Não imaginas o que isso me custou, o quanto chorei por ti, como procurei desesperadamente encontrar outra solução. As horas que passei ao telefone com primas e tias, todas procurando o mesmo! As vezes que tive que encostar o carro para me deixar ir nas lágrimas, sozinha, para ninguém sofrer comigo. Não imagino como isso te custou mas via a tristeza no fundo dos teus olhos, ainda misturada com a esperança de voltares a andar e a sair dali.
Sempre que te visito recordo a lição que ainda me ensinaste e lembro-te: Amo-te avó, amo-te muito. Não te esqueças!
Depois de meses de massagens e fisioterapia, com uma trombose pelo meio, tornou-se claro que não voltarias a andar... Que não voltarias a viver fora do lar. Mais uma decisão difícil se impôs: a tua casa. A tua casa de tantas décadas, onde acabaste de criar os teus filhos, onde me criaste a mim, onde viste nascer todos os teus netos, onde morreu o avô... Era uma casa alugada e estava abandonada e a dar despesa há muito tempo. Concordaste, infeliz, e teve que ser. Uma vida em objectos queridos foi espalhada pela família, o mobiliário que não cabia nas casas há muito completas dos teus filhos e netos foi doado a uma instituição. Ao menos assim ajudámos alguém necessitado.
Entregámos a casa ao senhorio e mais uma vez, não tenho o poder de imaginar o que te doeu, apesar de não veres, perder a tua casa. A mim doeu mais do que esperava e só morei lá alguns anos, há tantos anos atrás! Eu fui lá, avó, sabias? Eu estive lá a ajudar a limpar e também trouxe para minha casa algumas das tuas coisas. O nosso quadro preferido, lembras-te qual era? Sim, o dos cavalos que estava na tua sala. Está agora na minha e continua a ser um preferido, desta vez do meu filho. Foi ele quem decidiu que o quadro vinha connosco! Dizem que não há coincidências... Fiquei também com outras coisas preferidas: uns copos, umas jarras, coisas assim... o esquilo de vidro oco que não serve para nada mas trás boas recordações, o serviço de chá dos passarinhos que só usavas em ocasiões especiais... Nada de valor mas com tanto valor para mim!
E agora...
Outro avc.
Do lar chamaram o INEM, nem chegaste a ir para as urgências. Já não havia nada a fazer.
Nesta última visita encontrei-te acamada, o corpo tolhido e imóvel, o olhar triste, tão triste... conseguia ver o esforço que fazias para nos sorrir e o sorriso triste que ofereceste às diabruras do teu bisneto. Oh, avó! é tão infinitamente triste esperar pela morte assim! Que será que tu tens ainda para fazer cá, nesta vida? Qual é o objectivo deste sofrimento?
MORRE! Quero que morras! NÃO! NÃO MORRAS... preciso de ti!
AMO-TE, AVÓ. AMO-TE TANTO! AMO-TE TANTO, TANTO!!!
Não te esqueças que te amo e perdoa-me não to ter dito mais cedo. Pelo menos isso eu aprendi: Não tenho vergonha de dizer "amo-te" às pessoas que me são importantes, e é dizê-lo agora para não o lamentar se um dia chegar a ser tarde demais. Perdoa-me as diabruras, as tristezas e desilusões e deixa-me agradecer-te por teres sido minha avó.
Obrigado, Avó.
Querida, Avó...
Oh! Este post está longo demais, triste demais! Se ainda te lembrasses como se lê já me estavas a ameaçar com a colher de pau! :-)
10 julho 2007
Miúda!!!
O meu filho chama-me "pinxeja" (cada vez que visto saias).O meu marido chama-me "amor" (todos os dias).
O meu Zézinho chama-me "linda" (quando se lembra).
Os meus amigos chamam-me. (ponto)
E hoje, um cliente chamou-me "miúda"!
Heheh C'a fixe!
LOL
Editado para acrescentar:
A minha querida Mana Su bate aos pontos o resto da malta porque me chama... (drums please).... "Miúda Gira"!!!
29 junho 2007
A realidade
Ia a conduzir. Lá fora um calor daqueles! 34º marcava termómetro do carro. No leitor de CDs o novo dos Da Weasel: Amor, Escárnio e Maldizer. E eu pensava "este disco está excelente!"
É chegada a 9º música "Negócios Estrangeiros". 34º e eu a sentir a pele arrepiar-se ao som de uma voz embalada nos arcos dos violinos, elevada no esplendor da orquestra!
É este o efeito de uma mensagem real irradiada por uma voz... inenarrável, com a pujança que só a música pode ter. Assim é quando se junta o poder do som à mensagem real da realidade da vida... Sr. Presidente.
A letra? É a que se segue:
Já foi ao Intendente, Sr Presidente?
Compreendo que tenha pouco tempo,
Cada movimento precisa de um documento,
Isso é algo que eu consigo compreender
Mas, precisa de ver, Sr. Presidente, os seus próprios
olhos, têm um olhar diferente de toda a gente.
Deixe em casa os óculos de ver ao longe, a realidade não foge,
A realidade está sentada e espera toda a noite por nada,
ou encosta-se a uma parede,
Talvez com fome, talvez com sede.
Fumo um cigarro no infinito,
Descubro na escuridão 1 grito, dentro de si próprio.
A realidade chegou à 6 meses da Nigéria, do Senegal ou
da Costa do Marfim.
A realidade não tem fim.
Com uma nota de 20 euros chego onde quiser,
A realidade é uma mulher.
Já foi ao Intendente, Sr. Presidente?
Não vá em visita de Estado, deixe o carro blindado na garagem,
Dê folga aos guarda-costas,
Finja que vai de viagem e apanhe o metro,
Saia no Martim Moniz e caminhe,
Faz bem caminhar, apanhar ar, respirar.
Passear no Intendente é um passeio original,
È um passeio diferente sem sair de Portugal.
Vá para fora cá dentro, vá aos subúrbios do Mundo no centro da cidade
Igualdade, integração social, seja por 10 minutos
um emigrante ilegal, como se chegasse do Brasil, do Paquistão.
Vá ao Intendente e invente uma solução que satisfaça
aos que já chegaram e chegarão.
Mesmo que não tenha vontade de ir, vá ao Intendente,
Sr Presidente.
Aprenda, para chegar é sempre preciso partir.
Já foi ao Intendente, Sr presidente?
Não leve a sua comitiva, não leve o telejornal
Leve-se a si próprio e avance natural,
Como se não fosse ignorado
Vá num dia normal ou num feriado, mas vá.
Por lá sua presença é urgente, no intendente.
Tem pouca diferença de uma Assembleia das Nações Unidas.
A sua presença pode ajudar a salvar vidas vindas da
Ucrânia, da Roménia, Moldávia, Moçambique, Cabo Verde e Angola.
Porque o Mundo, Sr. Presidente, não é mais do que uma bola,
talvez colorida, talvez entre as mãos de uma criança.
Mas esse mesmo Mundo, Sr. Presidente, perde cor todos os dias.
Quando eu largo, nesse largo, que eu largo,
quando eu largo, no Intendente.
23 junho 2007
Desafio da página 161
- Não vale de nada; já estão mortos. in Eragon, de Christopher Paolini

1. Pegar no livro mais próximo
2. Abri-lo na página 161
3. Procurar a 5ª frase completa
4. Colocar a frase no blog
5. Não vale procurar o melhor livro que têm, usem o mais próximo
6. Passar o desafio a cinco pessoas.
Considerem-se tod@s desafiad@s!!
21 junho 2007
10 anos
O ritmo da música correndo célere nas veias da juventude, os olhos brilhantes, os corações acelerados...
Uma dentada.
Um beijo.
As pernas bambas, as faces coradas, os sorrisos felizes.
O início de nós!
Amo-te!
(fotos logo à noite)
20 junho 2007
19 junho 2007
Aluga-se
09 junho 2007
1ª Década!
Olhem para nós há dez anos:
A imagem está péssima porque é a digitalização que fiz da única fotocópia de uma foto nossa que saiu na Motojornal - Especial Concentração de Faro de 1997. Lamentávelmente, não sei que é feito da revista. As recordações estão cá, é o que importa! E lá fui eu ao baú desenterrar mais algumas para ver e mostrar (ai se o velho Fiesta falasse...):07 junho 2007
Com a corda ao pescoço
Faltam exactamente 23 dias para o fim do mês.
Estive a fazer contas e a pagá-las também.
- Casa
- Carro
- Compras (supermercado)
- Telefones
- Selo do carro
- Mecânico (ainda há poucos dias eu e o L nos regozijávamos por ter finalmente caído o último cheque pré-datado do último arranjo do carro... Pimba! Deu-lhe as saudades e lá teve que lhe ir fazer mais uma visita!)
- TV Cabo e Netcabo (por alguma razão juntaram dois meses num, duplicando o valor a pagar este mês)
- Ama do Bé
- Cartões de crédito
- Água
- Electricidade
Tenho a certeza de que me estou a esquecer de alguma coisa, mas o resultado final é o mesmo:Tenho na minha conta, até ao fim do mês, exactamente sete euros! A do L já está negativa...
O que é que eu faço à minha vida?!!!!
Alguém me pode dar uma dica para os números do euromilhões?!
Por favor?!!
05 junho 2007
01 junho 2007
Dia Mundial da Criança
Declaração Universal dos Direitos da Criança
- PREÂMBULO -
VISTO que os povos das Nações Unidas, na Carta, reafirmaram sua fé nos direitos humanos fundamentais, na dignidade e no valor do ser humano, e resolveram promover o progresso social e melhores condições de vida dentro de uma liberdade mais ampla,
VISTO que as Nações Unidas, na Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamaram que todo homem tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades nela estabelecidos, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento ou qualquer outra condição,
VISTO que a criança, em decorrência de sua imaturidade física e mental, precisa de protecção e cuidados especiais, inclusive protecção legal apropriada, antes e depois do nascimento,
VISTO que a necessidade de tal protecção foi enunciada na Declaração dos Direitos da Criança em Genebra, de 1924, e reconhecida na Declaração Universal dos Direitos Humanos e nos estatutos das agências especializadas e organizações internacionais interessadas no bem-estar da criança,
VISTO que a humanidade deve à criança o melhor de seus esforços,
ASSIM, A ASSEMBLEIA GERAL PROCLAMA esta Declaração dos Direitos da Criança, visando que a criança tenha uma infância feliz e possa gozar, em seu próprio benefício e no da sociedade, os direitos e as liberdades aqui enunciados e apela a que os pais, os homens e as mulheres em sua qualidade de indivíduos, e as organizações voluntárias, as autoridades locais e os Governos nacionais reconheçam estes direitos e se empenhem pela sua observância mediante medidas legislativas e de outra natureza, progressivamente instituídas, de conformidade com os seguintes princípios:
PRINCÍPIO 1º
A criança gozará todos os direitos enunciados nesta Declaração. Todas as crianças, absolutamente sem qualquer excepção, serão credoras destes direitos, sem distinção ou discriminação por motivo de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento ou qualquer outra condição, quer sua ou de sua família.
PRINCÍPIO 2º
A criança gozará protecção especial e ser-lhe-ão proporcionadas oportunidades e facilidades, por lei e por outros meios, a fim de lhe facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, de forma sadia e normal e em condições de liberdade e dignidade. Na instituição de leis visando este objectivo levar-se-ão em conta sobretudo, os melhores interesses da criança.
PRINCÍPIO 3º
Desde o nascimento, toda criança terá direito a um nome e a uma nacionalidade.
PRINCÍPIO 4º
A criança gozará os benefícios da previdência social. Terá direito a crescer e criar-se com saúde; para isto, tanto à criança como à mãe, serão proporcionados cuidados e protecção especiais, inclusive adequados cuidados pré e pós-natais. A criança terá direito a alimentação, habitação, recreação e assistência médica adequadas.
PRINCÍPIO 5º
À criança incapacitada física, mental ou socialmente serão proporcionados o tratamento, a educação e os cuidados especiais exigidos pela sua condição peculiar.
PRINCÍPIO 6º
Para o desenvolvimento completo e harmonioso de sua personalidade, a criança precisa de amor e compreensão. Criar-se-á, sempre que possível, aos cuidados e sob a responsabilidade dos pais e, em qualquer hipótese, num ambiente de afecto e de segurança moral e material; salvo circunstâncias excepcionais, a criança de tenra idade não será apartada da mãe. À sociedade e às autoridades públicas caberá a obrigação de propiciar cuidados especiais às crianças sem família e aquelas que carecem de meios adequados de subsistência. É desejável a prestação de ajuda oficial e de outra natureza em prol da manutenção dos filhos de famílias numerosas.
PRINCÍPIO 7º
A criança terá direito a receber educação, que será gratuita e compulsória pelo menos no grau primário. Ser-lhe-á propiciada uma educação capaz de promover a sua cultura geral e capacitá-la a, em condições de iguais oportunidades, desenvolver as suas aptidões, sua capacidade de emitir juízo e seu senso de responsabilidade moral e social, e a tornar-se um membro útil da sociedade.
Os melhores interesses da criança serão a directriz a nortear os responsáveis pela sua educação e orientação; esta responsabilidade cabe, em primeiro lugar, aos pais.
A criança terá ampla oportunidade para brincar e divertir-se, visando os propósitos mesmos da sua educação; a sociedade e as autoridades públicas empenhar-se-ão em promover o gozo deste direito.
PRINCÍPIO 8º
A criança figurará, em quaisquer circunstâncias, entre os primeiros a receber protecção e socorro.
PRINCÍPIO 9º
A criança gozará protecção contra quaisquer formas de negligência, crueldade e exploração. Não será jamais objecto de tráfico, sob qualquer forma.
Não será permitido à criança empregar-se antes da idade mínima conveniente; de nenhuma forma será levada a ou ser-lhe-á permitido empenhar-se em qualquer ocupação ou emprego que lhe prejudique a saúde ou a educação ou que interfira em seu desenvolvimento físico, mental ou moral.
PRINCÍPIO 10º
A criança gozará protecção contra actos que possam suscitar discriminação racial, religiosa ou de qualquer outra natureza.
Criar-se-á num ambiente de compreensão, de tolerância, de amizade entre os povos, de paz e de fraternidade universal e em plena consciência que seu esforço e aptidão devem ser postos a serviço de seus semelhantes.
In Wikipedia
Sim, hoje foi dia de festa na ama e o Bé teve direito a uma prendinha para marcar este dia que ele ainda não compreende, mas para nós, adultos, decidi deixar esta lembrança de que este dia não é só o dia de comprar mais um chocolate, ou um carrinho, ou uma boneca... Este é (mais) um dia em que nos devemos lembrar de todos aqueles que não têm o que os nossos têm. Este é (mais) um dia em que devemos pensar até, se os nossos têm tudo isto que se exige.




